Exposição Teresa Gil



Sobre a artista - Teresa Gil

Teresa Gil

Nasceu no Porto em 1967, cidade onde vive e trabalha. Licenciada em Artes Plásticas – Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.
Paralelamente à sua prática pictórica, tem desenvolvido outras expressões artísticas que incluem Serigrafia, Litografia e Cerâmica, além de incurções na escultura.
Expõe individualmente desde 1995, destacando-se, “Natureza (não) Morta” – Serpente Galeria de Arte Contemporânea, Porto (2010), “Metamórphosis” – Sala do Veado | Museu Nacional de História Natural e Ciência de Lisboa (2014), e “Desvios e Derivações” -Serpente Galeria de Arte Contemporânea, Porto (2025),(em parceria com Isabel Braga).
Participa em exposições colectivas desde 1993, em Portugal e no estrangeiro. Obteve o 2º Prémio na VIII Bienal de Pintura Eixo Atlântico, entre outros.
A sua obra está representada em colecções particulares e públicas, em Portugal e no estrangeiro.



Exposição "Fragmentos de Paisagem"

Os trabalhos apresentados constituem derivações do mesmo caminho, dando continuidade à temática desenvolvida anteriormente, que tem por base as transmutações cíclicas no mundo da Botânica.
As obras de pintura sobre tela exploram a conjugação de técnicas, dentro desta temática.
A Série Branca apresenta uma abordagem aos ciclos botânicos, em particular, à sua fase de “renascimento”, em que os elementos representados resultam da análise de pequenas secções de árvores.
A partir da observação directa, e de registos gráficos e fotográficos, nestes trabalhos é revelada uma duplicidade de leitura da forma, em que a sua compreensão é sub-entendida entre o concreto e a névoa que alberga outra imagem.
Os trabalhos de pintura a Aguarela resultam da observação directa, da interpretação e desconstrução de imagens, da sua abstractização, e da conjugação de diferentes elementos vegetais.
O recurso a livros de diferentes épocas, a ilustrações botânicas, ao arquivo fotográfico pessoal e à pesquisa de imagens científicas, constituem o material de trabalho.
As imagens que constituem esta exposição, remetem para o todo do universo botânico. A partir deste, todos os desvios são possíveis, dando continuidade à noção de ciclo.